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Kwid E-Tech, Dolphin Mini e cia: quais são os elétricos mais baratos do Brasil hoje?

11 de fevereiro de 2026 por Thaís ReisConteúdo atualizado em 11 de fevereiro de 2026 por Thaís Reis

Hoje já existe uma lista clara de elétricos que custam menos e entender o que cada um entrega ajuda a escolher com mais segurança.

Entrar no universo dos elétricos já não exige cifras fora da realidade. O avanço das marcas chinesas, a ampliação da oferta e a presença crescente no mercado de seminovos mudaram o jogo.

No mercado de seminovos, a equação fica ainda mais interessante.

O preço de entrada cai e o custo por quilômetro segue como um dos grandes atrativos. Some a isso a manutenção simplificada e o silêncio ao dirigir, e o elétrico deixa de ser tendência distante para se tornar alternativa concreta.

Mas afinal, quais são os elétricos mais baratos disponíveis hoje no país?

1) Renault Kwid E-Tech: o elétrico mais acessível do Brasil

O Renault Kwid E-Tech lidera fácil como o elétrico mais barato entre os seminovos hoje. Ele é compacto, urbano e simples de dirigir, ideal para cidade.

No Brasil, há muitos exemplares com alguns anos de uso por valores que começam próximos de R$ 68 mil a R$ 80 mil, dependendo de ano e quilometragem e mesmo versões com menos rodagem podem ficar abaixo de R$ 90 mil.

Esse elétrico tem bateria de cerca de 27 kWh e autonomia estimada em torno de 185 km no ciclo do Inmetro, o que o torna funcional para deslocamentos diários e trajetos rotineiros.

O pacote tende a ser básico, porém suficiente para quem busca entrar na elétrica com orçamento reduzido.

2) BYD Dolphin Mini: compacto com autonomia maior e mais equipamentos

O BYD Dolphin Mini (chamado também de BYD Seagull em outros mercados) é outra opção que aparece com força entre seminovos mais acessíveis. Ele costuma aparecer entre R$ 100 mil e R$ 120 mil no mercado de carros com alguns anos de uso.

Esse hatch tem bateria maior, cerca de 38 kWh, e autonomia declarada em aproximadamente 280 km (Inmetro), o que entrega mais flexibilidade para rodar fora da cidade.

O acabamento e equipamentos também costumam ser mais completos do que no Kwid, com central multimídia maior, rodas maiores e itens de conforto que agradam no uso urbano.

3) Caoa Chery iCar: elétrico urbano pequenino e econômico

O Caoa Chery iCar aparece frequentemente entre os modelos mais baratos no ranking de elétricos novos e também tende a ter opções seminovas a preços competitivos, na faixa de R$ 100 mil a R$ 120 mil.

Esse modelo é bem compacto (menor até que muitos hatches), com motor que entrega desempenho modesto e autonomia na casa de cerca de 190 km segundo dados de fábrica.

É ideal para quem busca um elétrico para uso exclusivamente urbano e com pegada de cupê urbano bem pequeno.

4) JAC E-JS1: alternativa chinesa com equilíbrio entre preço e autonomia

O JAC E-JS1 também entra nessa lista de seminovos mais baratos, com valores que podem ficar próximos de R$ 110 mil a R$ 130 mil, segundo as tabelas de mercado e referências de preços de modelos novos.

Ele oferece bateria um pouco maior (~30 kWh) e autonomia de cerca de 160 km a 180 km, suficiente para uso diário e deslocamentos urbanos.

Na prática, é uma opção que mistura preço acessível com um porta-malas e espaço interno um pouco melhores para o uso familiar leve.

5) BYD Dolphin: mais autonomia e conforto por um pouco mais

Fechando o top 5 dos elétricos mais baratos entre seminovos, está o BYD Dolphin “normal”, que costuma aparecer em faixas de R$ 130 mil a R$ 150 mil em versões com alguns anos de uso.

Esse modelo tem motor mais potente do que os anteriores e bateria maior (~44 kWh), entregando autonomia declarada de quase 300 km no ciclo do Inmetro.

É uma opção mais versátil para quem quer um elétrico urbano mas também confortável e com alcance que atende bem a viagens curtas e médias.

Elétrico seminovo já cabe no seu bolso e pode caber na sua rotina

Depois de olhar os modelos, uma coisa fica clara: o elétrico deixou de ser “carro de vitrine” e passou a ser uma opção real, principalmente no mercado de seminovos.

Eles exatamente o que muita gente busca para o dia a dia: custo por quilômetro baixo, condução leve na cidade e manutenção mais simples quando você compara com carros a combustão.

A decisão final quase sempre passa por três pontos. Autonomia que conversa com sua rotina, estado da bateria e histórico do carro. Se esses itens fecham, o elétrico seminovo vira uma compra muito racional, com ganho direto no bolso e no conforto.

Hora de dar o próximo passo com segurança

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