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Compass, Renegade e Commander: Jeep revela o plano para os três SUVs no Brasil

22 de maio de 2026 por Thaís ReisConteúdo atualizado em 22 de maio de 2026 por Thaís Reis

A Jeep confirmou que Compass, Renegade e Commander terão novas gerações nos próximos anos.

A renovação faz parte do plano FaSTLA Forward 2030, estratégia global da Stellantis voltada para eletrificação, desenvolvimento de novas plataformas e ampliação da conectividade nos veículos do grupo.

No Brasil, a mudança também marca a chegada de uma nova fase para os SUVs nacionais da marca. A Stellantis prepara a introdução do sistema BioHybrid pleno flex, tecnologia híbrida desenvolvida para operar com etanol e gasolina.

A estratégia da empresa segue um caminho diferente do adotado em mercados que avançam diretamente para veículos 100% elétricos.

No caso da América do Sul, a prioridade está em combinar eletrificação com combustíveis renováveis já consolidados na região.

O que é a plataforma STLA?

Desenvolvida para veículos médios, a estrutura foi projetada para suportar motores a combustão, sistemas híbridos e até versões totalmente elétricas.

A proposta é criar uma base mais flexível, capaz de atender diferentes mercados e exigências de eletrificação sem a necessidade de projetos separados.

No caso do novo Compass, a migração para a STLA Medium deve permitir mudanças importantes no conjunto do SUV.

A expectativa envolve aumento de espaço interno, evolução estrutural, melhor distribuição de peso e integração de tecnologias mais avançadas de assistência à condução e conectividade.

A plataforma também foi preparada para padrões mais rígidos de segurança e emissões, além de permitir a instalação de conjuntos híbridos mais sofisticados, incluindo sistemas com maior participação do motor elétrico no funcionamento do veículo.

Novas gerações vão reposicionar a linha Jeep no Brasil

Compass, Renegade e Commander ocupam funções diferentes dentro da gama da Jeep, mas todos devem passar por mudanças importantes nos próximos anos.

O Renegade continuará como modelo de entrada da marca, porém a próxima geração tende a ser a maior transformação do SUV desde sua estreia em 2015.

Jeep Renegade em movimento levantando poeira, rodeado por árvores em um cenário natural e bonito.

As primeiras informações apontam para um projeto maior, com melhor aproveitamento interno e foco mais forte em eficiência energética. A Jeep também deve atualizar o posicionamento do modelo para enfrentar a nova geração de SUVs compactos híbridos que chega ao mercado brasileiro.

No caso do Compass, a próxima geração global já começou a aparecer em flagras e projeções internacionais. O SUV deve estrear entre 2026 e 2027 com a plataforma STLA Medium, nova arquitetura da Stellantis preparada para versões híbridas e elétricas.

A expectativa envolve crescimento nas dimensões, novo interior com maior integração digital e evolução dos sistemas de assistência à condução.

O modelo também deve receber mudanças importantes no visual, aproximando o design da nova linguagem global da Jeep adotada em SUVs mais recentes da marca na Europa e nos Estados Unidos.

Já o Commander deve seguir uma proposta diferente, com foco crescente em sofisticação e tecnologia embarcada. O SUV de sete lugares tende a ampliar a oferta de equipamentos de conforto, recursos semiautônomos e sistemas híbridos mais avançados, acompanhando o movimento do segmento de utilitários familiares premium.

BioHybrid pleno flex será a principal aposta da Stellantis no Brasil

O sistema BioHybrid pleno flex representa uma das tecnologias mais importantes da Stellantis para a América do Sul.

Na prática, o conjunto utilizará motores elétricos em conjunto com propulsores flex preparados para etanol.

Dependendo da situação, o veículo poderá rodar apenas com energia elétrica em baixa velocidade, enquanto o motor a combustão atuará em acelerações mais fortes ou em trajetos longos.

A proposta da Stellantis é reduzir consumo e emissões sem depender exclusivamente da infraestrutura de recarga elétrica, ainda limitada em parte do mercado brasileiro.

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