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BMW M5: como funciona o sistema híbrido do superesportivo?

21 de janeiro de 2026 por Thaís ReisConteúdo atualizado em 21 de janeiro de 2026 por Thaís Reis

O novo M5 combina um V8 brutal com eletrificação inteligente para entregar desempenho extremo sem abrir mão de eficiência.

A BMW M5 foi apresentada em 2024 e já nasceu com uma mudança técnica bem clara: passou a usar um conjunto híbrido plug-in para somar desempenho, controle de entrega de força.

No centro do sistema, o V8 4.4 biturbo trabalha em conjunto com um motor elétrico integrado ao câmbio automático de oito marchas.

Esse elétrico entrega resposta imediata e ajuda a manter o carro forte em retomadas e saídas de curva, enquanto a bateria permite rodar em modo 100% elétrico em situações específicas.

Para quem mira uma M5 seminova, entender essa arquitetura é o ponto de partida. Ela muda o que vale observar na compra, do histórico do sistema de alta voltagem ao comportamento dos modos de condução no uso real.

Potência de sobra, consumo sob controle

Mesmo com números que colocam a M5 entre os sedãs mais potentes da marca, o conjunto híbrido muda a relação entre desempenho e eficiência.

O modelo combina motor V8 de 4.4 litros com motor elétrico para entregar 727 cv de potência total e até 1.000 Nm de torque ao conjunto.

Essa combinação permite aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 3,5 segundos, com máxima limitada a 250 km/h na configuração padrão.

Sobre a autonomia elétrica, a bateria tem capacidade útil de cerca de 18,6 kWh, o que resulta em 67 a 69 km de alcance apenas no modo elétrico, ideal para trajetos urbanos ou curtos trechos sem acionar o motor térmico.

A velocidade máxima em elétrico chega a cerca de 140 km/h.

Na prática, isso se traduz em consumo mais racional para um carro desse porte e proposta. Em trajetos urbanos, o modo elétrico e o uso frequente do motor elétrico aliviam o gasto de combustível.

Já na estrada, a gestão inteligente do sistema prioriza rotações mais eficientes sem comprometer respostas. Para quem considera uma M5 seminova, essa combinação pesa tanto no custo de uso, quanto na forma como o carro se comporta no dia a dia.

Um cockpit digital, com tecnologia que conversa com performance

O modelo é tecnológico e conta com um conjunto de equipamentos que vai além de conforto e conectividade.

A BMW tratou a M5 como um carro de pilotagem assistida por software, onde telas, menus e sensores entram no acerto fino do comportamento, não só na experiência a bordo. Veja só:

Cockpit digital em tela curva, com páginas M dedicadas

O painel de instrumentos e a central multimídia formam um conjunto amplo, com leitura nítida e telas específicas da linha M.

Ali ficam dados de desempenho, temperatura, pressão e também atalhos para as configurações que mudam o carro de verdade, do mapa de resposta ao ajuste de chassi.

Multimídia moderna, com foco em uso rápido

A interface permite personalização de atalhos, perfis de motorista e integração com smartphone. Na prática, isso encurta o caminho para navegação, mídia e ajustes do veículo, com comandos por toque e voz, sem ficar preso em menus profundos.

Assistentes avançados de segurança e condução

O pacote pode incluir controle de cruzeiro adaptativo com função de para e anda, assistente de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego, alertas de colisão e leitura de placas.

Câmeras e assistência de estacionamento

Sensores e câmeras ajudam na rotina, com recursos como visão 360 graus e funções de manobra assistida em configurações mais completas. Em um sedã largo e baixo, isso pesa no uso urbano e na preservação de rodas e para choques.

Uma nova M5 por dentro e por fora

A M5 mudou de forma clara, no que se vê e no que se sente.

Por fora, o design ficou mais largo, com linhas mais limpas, assinatura luminosa marcante e proporções que reforçam o desempenho do conjunto híbrido.

Nada é apenas estético. Cada detalhe conversa com aerodinâmica, refrigeração e presença de estrada.

Por dentro, a transformação é ainda mais profunda. O ambiente ficou mais digital, mais configurável e mais conectado ao comportamento do carro.

Telas, menus e modos de condução deixaram de ser acessórios e passaram a fazer parte da experiência de dirigir, influenciando resposta, conforto e controle. É uma M5 que exige mais atenção na escolha, porque entrega mais possibilidades.

Por isso, ao buscar uma M5 seminova, o olhar precisa ir além da quilometragem e do estado visual. Histórico do sistema híbrido, funcionamento dos modos M, tecnologia ativa e equipamentos corretos fazem toda a diferença no uso real e no valor do carro ao longo do tempo.

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